Mídia paga e resultados

Relatório de mídia paga que vira decisão.

O Diggia lê Meta Ads, Google Ads, Google Analytics e as redes da sua marca. Diz o que melhorou, o que piorou e onde a verba está indo embora, e escreve o resumo para a diretoria em linguagem de quem decide.

Resumo executivo · outubro
Nortec Sistemas · Meta Ads, Google Ads e site
Exemplo
Investido
R$ 48.200
+6% sobre setembro
Leads
352
+18%
Custo por lead
R$ 136,93
−10%
FatoA campanha de pesquisa trouxe 61% dos leads com 35% da verba.
InterpretaçãoQuem busca “manutenção preditiva” já chega pronto para a demonstração; o LinkedIn traz gerentes ainda no começo da compra.
HipóteseO criativo novo fala de tecnologia, e os gerentes respondiam ao de parada de linha. Testar os dois lado a lado por sete dias.
Decisão pedida: voltar o criativo de parada de linha para o público de gerentes. Ele recomenda; quem pausa é você.
Empresa e números fictícios, só para mostrar o formato.

O problema

A diretoria pergunta “funcionou?”. A resposta leva uma semana.

  • Dezenas de páginas de métrica

    O relatório chega completo e ninguém lê. Falta alguém dizer o que importa e o que fazer agora.

  • Cada plataforma conta do seu jeito

    O Meta fala em resultados, o Google em conversões, o site em sessões. Os números não batem e a reunião vira discussão sobre planilha.

  • Achismo no lugar de leitura

    “Acho que foi o criativo”, “deve ser o público”. Sem separar o que é dado do que é palpite, a verba segue no mesmo lugar.

O que você pede

Uma pergunta em português. Uma resposta que dá para levar à reunião.

“Como foi outubro contra setembro?”

Análise de performance

Investimento, alcance, cliques, contatos e vendas, com a variação de cada um e um aviso quando o dado é pouco para concluir.

“Onde estou desperdiçando verba?”

Auditoria de campanha

Gasto sem resultado, verba concentrada demais, anúncio cansado e rastreamento quebrado, cada achado com a evidência e o tamanho do impacto.

“Resume o trimestre para a reunião de diretoria.”

Resumo executivo

Uma página, com as decisões pedidas no topo. Fica guardado nos relatórios da marca para a próxima comparação.

“O post de terça foi bem. Impulsiona com R$ 300 por uma semana.”

Impulsionamento com prévia

Mostra o post, o público, o alcance estimado e a verba. Só vai ao ar com o seu sim, e nunca acima do teto da marca.

O método

Cada frase com o rótulo do que ela é.

A conta é feita pelo sistema, com as fórmulas e o denominador declarados. A leitura é do assistente, e ela vem marcada para você saber o quanto confiar.

Fato

O que o número mostra, sem opinião. Vem da própria plataforma e bate com o gerenciador.

Interpretação

O que provavelmente explica o fato, ligado ao que o cérebro da marca diz sobre público e produto.

Hipótese

O que vale testar. Sempre com o teste sugerido, nunca como certeza.

Travas

Ele recomenda. A verba só se mexe com o seu sim.

Teto por marca

Um limite por pedido e outro por mês, definidos no painel. Acima disso, ele recusa.

Quem pode aprovar

Gasto só é aprovado por administrador ou por quem recebeu essa permissão.

Prévia sempre

Post, público, verba e prazo aparecem antes. Pausar e retomar também pedem confirmação.

Leitura todo dia

Os resultados de cada marca ficam no painel, atualizados, sem precisar pedir.

Perguntas

Sobre mídia paga.

Quais plataformas ele lê?

Meta Ads, Google Ads e Google Analytics, além de Instagram, Facebook, LinkedIn e Perfil da Empresa no Google. Cada conta é ligada à marca na implantação.

Os números batem com o gerenciador de anúncios?

Sim: a leitura vem das próprias plataformas. Quando o dado vem incompleto ou a base é pequena demais para concluir, o relatório diz.

Ele mexe nas minhas campanhas?

Só no que você aprovar na conversa: impulsionar um post, pausar, retomar ou ajustar um impulsionamento feito por ele. Campanhas criadas fora do Diggia ele só pausa, e só com o seu sim.

Traga o último relatório. A gente lê junto, em 30 minutos.

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