Conteúdo

Conteúdo no tom da marca, sem reescrever metade.

Post, carrossel, artigo de blog, e-mail e sequência, WhatsApp para o comercial, roteiro de vídeo, landing page e comunicação interna. O Diggia lê o cérebro da marca antes de escrever e confere antes de entregar.

Artigo do blog
O custo real da parada não programada
vira quatro peças, no tom da Nortec
LinkedIn
A parada não programada nunca custa o valor da peça. Custa o turno que parou.
Conferido
Carrossel · 6 páginas
O que a planilha de manutenção não te conta.
Conferido
E-mail para a base
Assunto: quanto custou a última parada da sua linha?
Conferido
WhatsApp do comercial
Oi, Marcos. Separei um artigo curto sobre o custo de parada. Paradas evitadas: [confirmar]
Conferido
Empresa fictícia, só para mostrar o formato.

O problema

O texto sai. Só não sai com a cara da empresa.

  • Parece texto de internet

    Alguém escreve, o diretor lê e reescreve metade. O que sobra soa como qualquer empresa do setor.

  • Cada formato é um retrabalho

    O artigo ficou pronto, e transformar em post, carrossel e e-mail leva mais três dias.

  • A comunicação interna fica para depois

    O aviso para a fábrica sai no improviso, num tom que ninguém da empresa usaria.

O que você pede

Peça o texto como pediria a alguém do time.

“Escreve um post de LinkedIn sobre o Nortec Manutenção para diretores industriais.”

Post no tom da marca

Abre com uma situação real, fala com a persona certa e cita o produto pelo nome oficial.

“Transforma esse artigo em três posts e um e-mail para a base.”

Adaptação de formato

Cada peça no tamanho e na estrutura do canal, sem repetir frase entre elas.

“Revisa esse texto que a agência mandou.”

Revisão

Aponta número sem fonte, promessa proibida, termo errado e frase genérica, e propõe a reescrita.

“Avisa o time da fábrica sobre a mudança de turno de dezembro.”

Comunicação interna

No tom de dentro de casa, para quem não lê e-mail e precisa entender de primeira.

Formatos

Cada canal com a estrutura que funciona nele.

A estrutura de cada formato vem do método, testado em anos de agência. O tom vem do cérebro da marca.

LinkedIn

Abertura que prende antes do “ver mais”, parágrafos curtos e uma chamada só.

Blog

Estrutura para busca, com títulos claros, perguntas e a resposta direta logo no começo.

E-mail

Assunto, pré-cabeçalho e uma ação por e-mail. Na sequência, a cadência entre um e outro.

Roteiro de vídeo

Duas colunas, fala e imagem, com o ritmo de fala conferido para caber no tempo.

Conferência

O que ele confere em todo texto, antes de você ler.

Número sem fonte

Vira [confirmar] em vez de ser inventado.

Concorrente citado

Sai de qualquer texto público.

Promessa e nome errado

O que a marca não pode prometer e o nome oficial de cada produto.

Frase genérica de IA

“No cenário atual”, “cada vez mais” e companhia são reescritas.

Perguntas

Sobre conteúdo.

Onde fica o texto aprovado?

Na campanha, no painel da marca, com o histórico de versões. Três meses depois, qualquer pessoa da equipe acha.

Dá para escrever na voz de uma pessoa?

Sim. A voz de cada líder é aprendida e calibrada à parte. Veja A voz dos líderes.

Ele publica o artigo no site?

Não. O artigo sai pronto para publicar. A publicação direta é no Instagram, no Facebook e no LinkedIn.

Traga um texto que você reescreveu. A gente mostra a diferença.

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